Richard Dawkins é um biólogo
evolucionista, nasceu em Nairóbi, Quênia, mas cresceu na Inglaterra. Formou-se
pela Universidade de Oxford e já foi eleito uma das pessoas mais influentes do
mundo. É autor de diversos livros célebres, como O Gene Egoísta; O Relojoeiro Cego; Deus, um Delírio e A Grande
História da Evolução, do qual irei falar hoje.
A Grande História da Evolução faz
uma peregrinação de 4 bilhões de anos, desde nós, Homo sapiens, até as arqueias e, por fim, as eubactérias. Colocando
nesses termos, talvez fique difícil entender do que o livro se trata, mas
tentarei ser mais clara. O livro traça a história, de nós, seres humanos, até
aquelas primeiras formas de vida que surgiram há bilhões de anos, fazendo,
dessa forma, um caminho retrocesso através da história da evolução. Neste
caminho, nós, H. sapiens, nos
juntamos a outros tantos organismos vivos, que o autor denomina de peregrinos,
essas junções acontecem através de encontros, e a cada encontro nos juntamos a
outros tantos indivíduos. Ao total são 39 encontros. Por exemplo, no encontro
1, nós nos juntamos aos chimpanzés, no 2, com os gorilas, e assim
sucessivamente, até o último encontro.
Esses “encontros”, obviamente, não
acontecem por acaso, há toda uma trilha a ser seguida, a “trilha dos nossos
ancestrais”. Em cada encontro somos apresentados a uma gama de indivíduos, aos
quais se juntaram a nós “antes” de terem se juntado aos outros.
E, na maioria dos encontros, temos uma espécie que conta um “conto”. Nesses contos o autor nos apresenta várias teorias e hipóteses, versando sobre evolução, genética, especiação, seleção natural, biogeografia e etc. Dawkins é um ferrenho darwiniano e, como posso dizer, um crítico a utilização de qualquer coisa sobrenatural para descrever a vida que pulsa sobre este planeta.
E, na maioria dos encontros, temos uma espécie que conta um “conto”. Nesses contos o autor nos apresenta várias teorias e hipóteses, versando sobre evolução, genética, especiação, seleção natural, biogeografia e etc. Dawkins é um ferrenho darwiniano e, como posso dizer, um crítico a utilização de qualquer coisa sobrenatural para descrever a vida que pulsa sobre este planeta.
O livro é maravilhoso por si só,
entretanto, a sua leitura pode tornar-se difícil para qualquer pessoa que não
tenha afinidade com a área da biologia. Eu mesma, por muitas vezes, tive
dificuldade em compreender o que o autor se propunha a explicar, entretanto,
deixei essas sutilezas ao perceber que eu não precisava compreender cada linha
ali escrita, que, captar a ideia geral, já era o suficiente. Sugiro, a qualquer
pessoa interessada a ler este livro, que sempre utilize dos serviços prestados
pela internet para entender algum termo utilizado, como eu, muitas vezes, fiz.
O livro também traz várias imagens, gravuras e cladogramas que ajuda a nós, seres
tão visuais, a entender a mensagem que o autor quer passar.

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